Poesia que transborda

Alcíone Pimentel

A Poeta das Estrelas

Sou estrela, sou pássaro, sou um mundo e um universo, viajando rumo ao infinito, micro e macro. Sou Alcíone. Com acento.
Alcíone Pimentel @alcionecomacento Poema “Alcíone (Com Acento)”, pág. 53 do livro Plêiades.
Quem sou

Escrever, pra mim, não é escolha.

Alcíone Pimentel sorrindo, de caneta na mão, na mesa de autógrafos do lançamento de Plêiades

Tenho nome de estrela,
mas não por isso
sou Poeta das Estrelas.

Tenho estrelas no estômago,
tenho estrelas no coração,
tenho estrelas na alma.

Tenho estrelas na cabeça,
tenho estrelas nas mãos,
tenho estrelas nos pés.

Tenho estrelas nos olhos,
tenho estrelas nos ouvidos
e sobretudo na garganta.

Alcíone Pimentel @alcionecomacento Poema “Estrelar”, pág. 55 do livro Plêiades.
Ano de nascimento
1969Aquariana nascida no ano em que o homem chegou à lua
Origens
3Pernambucana de sangue, carioca de nascimento, paulista de criação
Jornada poética
50anosde jornada poética, publicada em diversas antologias
Netos
11netos — avó vivendo a melhor fase da vida

Sou alguém que escreve desde sempre. Pra sobreviver, pra não enlouquecer, pra não sufocar.

Aquariana nascida no ano que o homem chegou à lua. Pernambucana de sangue, carioca de nascimento, paulista de criação. Professora por formação, servidora pública por profissão e poeta por vocação.

Escritora compulsiva de nascença, conhecida como A Poeta das Estrelas, publiquei em diversas antologias. Após 50 anos, aposentada, casada em segundas núpcias, avó de 11 netos, vivendo a melhor fase da minha vida, apresento-me ao mundo como sou: sensível, intensa e apaixonada em todas as minhas fases e facetas: menina, mulher, mãe, avó, na poesia visceral que me transborda.

Passei a maior parte da vida guardando palavras que mereciam ser ditas em voz alta. Fui oprimida, calada, silenciada. Engoli muita coisa até encontrar minha própria voz, essa que agora levanto contra todo e qualquer tipo de opressão.

A escrita foi o caminho. Não como talento, como necessidade. É bálsamo, é tratamento, é remédio. Escrita de auto-escuta e autodescoberta. Poesia do desabafo, poesia confessional, escrita como forma de terapia.

A poesia é um robe que eu uso pra ficar nua.
Alcíone Pimentel @alcionecomacento Poema “Hobby”, pág. 32 do livro Plêiades.

Levei meio século pra me libertar. Hoje escrevo por mim e por todas as pessoas que ainda calam o que enfim consigo gritar. Contra a violência, contra a opressão, pelo direito de existir, pela liberdade de amar e pela diversidade de ser.

Me escrevo para (r)existir.

O livro

Plêiades

Diário de Bordo de uma Estrela Errante

A constelação das Plêiades, com Alcíone como a estrela mais brilhante Alcíone Atlas Pleione Mérope Electra Maia Taígeta Celeno
Capa do livro Plêiades – Diário de Bordo de uma Estrela Errante, de Alcíone Pimentel: uma mulher feita de mar e estrelas e um martim-pescador sob a constelação
Somos sete estrelas irmãs.   São sete as letras do meu nome, sete os eus dentro de mim.   Serão sete as vezes que te amei?
Alcíone Pimentel @alcionecomacento Poema “Plêiades”, que abre a seção de poemas do livro, pág. 51.

Não é só um livro de poesia. É o documento de uma vida que se recusou a desaparecer.

Cinquenta anos de jornada poética que couberam em micropoemas de uma única palavra e em macropoemas que ocupam páginas inteiras.

Tem um conto, tem prefácio da Kátia Fico, tem poemas escritos a dois. Fala de silêncio, de medo, de maternidade, de fé, de desejo e de tudo que eu não pude dizer na hora em que precisava ser dito.

O título nasceu do meu próprio nome. Alcíone, de acordo com a mitologia grega, é uma das sete filhas de Atlas e Pleione, as Plêiades.

Estrela

Estrela de primeira grandeza, a mais brilhante das 7 que compõem a Constelação das Plêiades, também chamada Setestrelo… O que talvez explique o meu encanto pelo brilho ímpar de cada ser e o meu desejo de união.

Pássaro

Alcíone é pássaro, também conhecido como martim-pescador, ave marinha… O que talvez explique o meu amor pela liberdade e o meu fascínio pelo mar.

Editora
Edicon, 2026
Capa e ilustrações
Larissa Souza
ISBN
978-65-5934-200-6

Livro físico pela Editora Edicon · Ebook na Amazon. A compra é concluída no site de cada loja.

Poemas

Alguns poemas cabem em três linhas e ficam para sempre.

Autoral

Cansei
de ser coadjuvante
da minha própria
história.

Alcíone Pimentel · @alcionecomacento

Borboleta

A lagarta
levou meio século
pra se libertar.
Ninguém
vai impedi-la
de voar.

Alcíone Pimentel · @alcionecomacento

Conselho

Escreva-se.

Alcíone Pimentel

Propósito

Eternizar
em palavras
fagulhas
da minha essência.

E se tocar
de alguma forma
uma vida sequer
terá significado.

Alcíone Pimentel · @alcionecomacento

Opção

Prefiro me afogar
nas profundezas
a morrer de sede
na superfície.

Alcíone Pimentel · @alcionecomacento

Em vez

Acolher ao invés de rejeitar.
Juntar ao invés de separar.
Incluir ao invés de excluir.
Somar ao invés de dividir.

Porque amor
quanto mais melhor.

Alcíone Pimentel · @alcionecomacento

Rumo

Viver é um eterno
recalcular rota.

Alcíone Pimentel · @alcionecomacento

Me leia mais em Plêiades.

Quero o livro